Pular para o conteúdo

Impermeabilização de reservatórios e caixas d'água

Reservatório que perde água raramente é tratado com a urgência que merece. A perda é lenta, a reposição é automática e o sintoma demora a aparecer — até que a umidade se manifesta na laje abaixo, nas paredes vizinhas ou na conta de água do condomínio.

A DRD2 Engenharia impermeabiliza reservatórios superiores, inferiores e enterrados, com preparo do substrato, recuperação do concreto deteriorado, sistema adequado ao contato com água potável e teste de estanqueidade antes da liberação. Com engenheiro registrado no CREA-SP e ART.

Resposta direta

Reservatório é o caso em que a impermeabilização trabalha por dentro, contra a água que ele armazena — condição favorável, porque a pressão empurra o sistema contra o substrato. As duas exigências específicas são o produto adequado ao contato com água potável e o teste de estanqueidade por enchimento, com medição de nível. Reservatório que vaza degrada a própria estrutura e a de tudo o que está abaixo.

Sinais de alerta

Quando este serviço é necessário

Situações que costumam levar síndicos, empresas e proprietários a nos procurar — e que merecem avaliação de engenharia.

01

Umidade nas faces externas do reservatório

Mancha permanente na laje ou nas paredes ao redor indica que a água está atravessando a estrutura do reservatório.

02

Perda de nível sem consumo

Reservatório que baixa com o consumo fechado é o indicador mais objetivo de vazamento, e o mais fácil de verificar.

03

Revestimento interno soltando

Sistema antigo descolando expõe o concreto à água armazenada e libera material no reservatório.

04

Fissuras nas paredes do reservatório

Aberturas por retração ou movimentação criam caminho direto para a água atravessar a espessura da parede.

05

Corrosão na estrutura de apoio

Vigas e pilares que sustentam o reservatório superior recebem a umidade que escapa e deterioram por baixo.

06

Reservatório enterrado com infiltração de fora

Situação inversa: além de perder água, ele recebe água do solo, o que compromete a potabilidade.

Reconheceu algum desses sinais no seu imóvel?

Envie fotos pelo WhatsApp. Um engenheiro avalia e responde com a orientação inicial — sem compromisso e sem custo.

01

Aqui a pressão joga a favor

Diferente do subsolo, onde a água vem de fora e o tratamento só pode ser feito por dentro, o reservatório é o caso favorável: a água que se quer conter está no mesmo lado em que o sistema é aplicado.

Isso é pressão positiva — a água empurra o revestimento contra o substrato, e a aderência trabalha a favor. É a condição ideal, e explica por que reservatórios bem executados atravessam décadas sem problema.

A exceção é o reservatório enterrado que também recebe água do solo. Nesse caso convivem as duas condições: pressão positiva pela água armazenada e negativa pelo lençol, o que exige tratar as duas frentes — e, do ponto de vista sanitário, é a situação mais crítica, porque água do solo entrando compromete a potabilidade.

02

O produto precisa ser adequado ao contato com água potável

É a exigência que distingue esse serviço de qualquer outra impermeabilização, e a que mais aparece ignorada em obra barata.

O revestimento interno fica em contato permanente com a água que abastece o edifício. Produto inadequado pode liberar substâncias na água ou favorecer proliferação — o que transforma um problema de estanqueidade em um problema sanitário, bem mais grave.

Os sistemas usados são de base cimentícia, formulados para essa aplicação, com boa aderência ao concreto e capacidade de trabalhar sob pressão positiva. Alguns atuam por cristalização, formando compostos que colmatam os poros do concreto e o tornam impermeável em profundidade, não apenas na superfície.

Na especificação, verificamos a adequação declarada pelo fabricante para contato com água destinada ao consumo humano — e essa informação consta do relatório de entrega, porque é a que o condomínio precisa ter arquivada.

03

Recuperar o concreto antes de revestir

Reservatório com anos de vazamento raramente tem apenas um problema de revestimento. A água que atravessou a parede carregou agentes para dentro do concreto e, do lado externo, manteve umidade permanente sobre armaduras.

Por isso a intervenção começa com a remoção do sistema antigo e a inspeção do substrato: percussão das paredes e do fundo, identificação de regiões desagregadas, verificação de armadura exposta. Onde há dano, recupera-se antes — remoção do concreto contaminado, tratamento das barras, recomposição.

Atenção especial vai para os pontos de transição: encontro entre parede e fundo, passagens de tubulação, extravasor e a região da tampa. São os locais onde o vazamento mais se inicia e onde o sistema novo precisa de arremate específico.

No reservatório superior, verifica-se também a estrutura de apoio — vigas e pilares que sustentam o volume e que costumam ter recebido a umidade que escapou durante anos.

04

Teste de estanqueidade e liberação

Reservatório é dos poucos casos em que o teste é simples, objetivo e conclusivo — e por isso não deve ser dispensado.

Depois da cura do sistema, o reservatório é enchido e o nível é marcado. Mantém-se por período determinado, com o consumo fechado, e verifica-se a variação. Perda além do que a evaporação justifica indica que ainda há caminho aberto — e a falha é localizada com o sistema ainda acessível.

Em paralelo, inspecionam-se as faces externas e a estrutura abaixo, procurando qualquer sinal de umidade que a lâmina cheia possa revelar.

Aprovado o teste, o reservatório passa por limpeza e desinfecção antes de voltar ao abastecimento. Essa etapa é executada por empresa especializada em limpeza de reservatórios e costuma ser contratada à parte — orientamos sobre ela, mas o serviço é de outra natureza.

Etapas do serviço

Como conduzimos, passo a passo

Fluxo padronizado, com documento em cada fase — você acompanha o que foi constatado e o que vem a seguir.

  1. 01

    Vistoria e diagnóstico

    Verificação da perda de nível, inspeção interna e externa e identificação dos pontos de vazamento.

  2. 02

    Esvaziamento e remoção do sistema antigo

    Programação com o condomínio para o período sem abastecimento e retirada do revestimento existente.

  3. 03

    Recuperação do concreto

    Percussão do substrato, tratamento das armaduras e recomposição das regiões deterioradas.

  4. 04

    Aplicação do sistema

    Impermeabilização com produto adequado ao contato com água potável, com atenção aos arremates e transições.

  5. 05

    Teste de estanqueidade

    Enchimento com marcação de nível e verificação da variação, com inspeção das faces externas.

  6. 06

    Liberação e entrega

    Orientação sobre limpeza e desinfecção antes do retorno ao uso, relatório fotográfico e ART.

Referências normativas

  • ABNT NBR 9575 — Impermeabilização: seleção e projeto
  • ABNT NBR 9574 — Execução de impermeabilização
  • ABNT NBR 6118 — Projeto de estruturas de concreto
  • ABNT NBR 5626 — Sistemas prediais de água fria e água quente
  • ABNT NBR 5674 — Manutenção de edificações

Perguntas frequentes

Dúvidas frequentes sobre reservatórios

Precisa de impermeabilização de reservatórios?

Envie fotos do problema pelo WhatsApp e receba a orientação inicial de um engenheiro — sem compromisso.

Responsabilidade técnica

Samuel Silva Costa

Engenheiro Civil e Engenheiro de Segurança do Trabalho · CREA-SP 5070163570 · Atuação em engenharia desde 2017. Conteúdo técnico redigido e revisado pelo responsável técnico da DRD2 Engenharia, que assina os laudos, projetos e ART dos serviços descritos nesta página.

Links relacionados

Sinais, guias, serviços, públicos e regiões relacionados

Contato

Solicite uma avaliação técnica

Descreva o problema e envie fotos. Um engenheiro analisa e retorna com a orientação inicial e os próximos passos — sem compromisso.

Responsabilidade técnica

Eng. Samuel CostaEngenheiro Civil e Engenheiro de Segurança do Trabalho. CREA-SP 5070163570. Todos os serviços com emissão de ART.

Enviar fotos no WhatsAppLigar